segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Esses dias ...


Há dias que são verdadeiras segundas-feiras, nada contra segundas-feiras, são necessárias. São pequenos começos, são dias em que tomamos decisões. Quem nunca deixou de fumar numa segunda-feira, começou uma dieta na segunda-feira? Quem nunca deixou algo para segunda-feira? E quem nunca ignorou a segunda-feira e não fez nada a que se propôs, dane-se! Mas não é o dia propriamente dito, é a energia dele, dependendo do estado de espírito que nos encontramos, uma sexta-feira pode ser uma segunda-feira tranquilamente, apesar da vibe desses dois dias serem totalmente diferentes! Há dias ... dias? Não, períodos, em que a gente quer que algo aconteça de diferente, que quebre a rotina, que mude algo, para o lado bom, claro, há mudanças que vem para piorar as coisas, e isso, obrigado, já tem bastante, pequenos aborrecimentos cotidianos é o que não falta . Mas há todo um mundo de acontecimentos interligados e que de uma certa maneira, interfere para que essas coisas diferentes para o bem, aconteçam ou não na vida da gente, desde nossas escolhas pessoais, até o momento político-econômico do país que moramos. Ai, não tem muito o que a gente fazer, a não ser esperar um pouco, pra ver se algo de bom acontece. As vezes não acontece, e a gente fica aqui escrevendo, numa segunda-feira.


segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

A vibe.


Tanta gente reclamando de tanta coisa, contra tanta coisa, não sem razão, tem um monte de coisa errada acontecendo e que merecem ser discutidas e combatidas, mas a coisa anda tão unilateral ! Tem coisa boa acontecendo também o tempo todo, mas pouco se fala sobre elas, parece que isso é segundo plano, com uma importância menor, o mais importante é mostrar só o que está errado no mundo, reafirmar o tempo todo que tudo está errado, o que, de uma certa maneira, não é verdade. E fazem isso com uma raiva, com uma gana, que acho que cria uma vibe estranha, que contamina muito, que faz muito mal num geral e que não agrega o devido valor à discussão, que não desperta o real sentimento de conscientização, só gera mais ódio, mais segregação.  Parece que o que rola de bom, para ter validade, tem que ter partido político certo, ou ser feito pela pessoa publica certa, senão não tem a menor importância, sempre se evidencia só o ponto ruim. Um monte de gente, que se propõe, ainda, a defender um lado só e gasta os dias desqualificando o outro, num momento em que era para estarmos todos juntos. Mas uma coisa tenho notado nisso tudo, essas pessoas estão falando cada vez mais, sozinhas.