segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Que beleza !


As vezes não é uma questão estética. O jeito que é mais bonito para a maioria talvez não importe em alguns momentos, ou pelo menos não deveria, pois os conceitos são inventados, os padrões, os modelos. E eles mudam, posso dizer que mudamos também, mas podemos não mudar o todo, porque tem uma coisa imutável na gente também, podemos ficar com a escolha de nos olharmos no espelho e talvez, até mesmo sem ele, simplesmente nos sentirmos bem com o que os olhos vêem. Poder parecer estranho para os outros, um tanto mais velho do que novo, mais tatuado e menos limpo, mas isso tem a ver com individualidades, mas precisamos respeitar como pluralidade.


sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Atenção ... uma deficiência ?


Gostaria muito de  conseguir lembrar em casa, de apagar as luzes que deixo acesas, o mesmo número de vezes que consigo apagar as luzes que as pessoas deixam acesas aqui no trabalho. O que será que acontece com essa cabeça pisciana em casa ? 




quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Esses dias ...


Perguntei por que ele estava quieto esses dias, ele me respondeu que só estava quieto, que estava sentindo que precisava ficar mais sozinho, e que estava sentindo um pouco isso, uma leve solidão, mesmo com as pessoas ao redor, e que isso sempre o levava a pensar, que de uma certa forma, acabaremos como viemos, sozinhos. Mas que não era uma solidão ruim, nem trazia um ranço ou uma tristeza muito grandes com ela, mesmo porque a solidão, segundo ele, nunca o assustou, e se fazia necessária, e que ela, a solidão, estava ausente graças aos amigos, o momento parecia mais uma constatação, de talvez a necessidade de mudanças em situações que ele vinha vivendo há muito, e que mesmo com o passar do tempo, continuavam na mesma, coisas talvez, do tempo, que é mestre em fazer mudar tudo, até o que se acha que não muda, sabe, aquelas mudançazinhas imperceptíveis no dia a dia, mas que em um determinado momento, quando as alterações já estão maiores, nos damos conta. Me disse que às vezes, a falta de perspectiva, o deixava meio pensativo e sem vontade de interagir, avaliando, mas, que como eu sabia, era coisa passageira, logo ele respiraria fundo e o velho bom humor retornaria, mesmo porque, ele acha, e acredita, que a vida tem que ser mais de alegria, do que de tristeza, e tem sido assim, ele garante, e que essas alternâncias são saudáveis, apesar da tristeza ter seu papel importantíssimo nela. Na alegria, a gente pensa mais raso, ele me disse, quando a gente está assim, a gente vai mais fundo na gente mesmo, questiona, as decisões e as escolhas, e torce, para estar no caminho certo. Ele disse que a gente tem que valorizar esses momentos, que são bem importantes e que paradoxalmente, são os momentos que as pessoas menos querem viver hoje em dia. 

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Já ouviu falar em "lowsumerism" ? De uma certa forma, acho que sim.


Praticamos um pouco disso em casa e nas nossas vidas há um certo tempo, só não sabia que isso tinha um nome ! Uma ideia bem legal, para quem se preocupa com o planeta e com o seu dinheiro ! É dinheiro ! Uma forma legal de pensar e deixar de ser, um pouco pelo menos, manipulado pela mídia e pelas empresas, que nos bombardeiam há décadas com a ideia de consumo x felicidade. Vale a leitura !

Matéria original AQUI

Entenda o que é "lowsumerism", a onda do consumo consciente

Você já percebeu o quanto consumimos em excesso? A cada lançamento de certos aparelhos celulares, por exemplo, enlouquecemos querendo trocar o antigo por um novo. Isso sem falar nas coleções de sapatos, bolsas, cosméticos, itens de maquiagem... Coisas que compramos num piscar de olhos, muitas vezes para nos mantermos na moda, outras por pura impulsão e, por que não dizer, compulsão?
É justamente para questionar a nossa maneira de consumir que nasceu o lowsumerism, um movimento que pretende (e pode viu?) mudar o mundo! O termo em inglês já diz a que veio: low+ consumerismo, baixo consumo, ou seja, consumo equilibrado. Entenda:


Prazer, lowsumerism

A palavra vem sendo utilizada desde que a Box1824, uma empresa especializada em tendências de comportamento e consumo, lançou o vídeo “The Rise of Lowsumerism”, um documentário de 10 minutos que mostra o nascimento do consumismo e traça a maneira como esse hábito se desenvolveu ao longo do tempo, principalmente com a proposta de crescimento das indústrias (desde a Revolução Industrial) e o surgimento do crédito e da publicidade, que nos incentiva o tempo todo a consumir sem pensar sobre o assunto.
O resultado disso tudo é o sentimento do mundo: compulsão, ansiedade, depressão... O lowsumerism aponta o consumo desmedido como o causador desses grandes males do século. Isso porque somos incentivados a comprar objetos e até modos de vida com a promessa de nos sentirmos felizes. É como se a sociedade vivesse em um acordo silencioso de que ter tal modelo de carro ou aquela saia da vez te faça pertencer a um clube de pessoas felizes. Isso sem falar que o excesso material produzido e comprado por nós gera lixo, muito lixo, e nos deixa em dívida com o nosso planeta. Portanto, pensar o impacto ambiental do que você consome também faz parte do movimento.

Poucas perguntas, muita atitude

Para alcançar o consumo equilibrado, a mudança é, antes de tudo, interna. A ideia não é abandonar seus hábitos de uma hora para outra, mas sim entender que há um processo de autodestruição nosso (lembre-se dos males do século) e do mundo (impacto ambiental) que podem ser freados a partir de um novo entendimento de viver. “As pessoas estão em busca de modos de vida com mais significado e conexão. De identificação com uma comunidade, de integração com a natureza, e, eventualmente de participação política”, afirma Camila Haddad, co-fundadora da plataforma de crowdlearning Cinese, que foi fundada para compartilhar conhecimento.Para embarcar nessa busca, é importante ter um ponto de partida. O movimento conscientiza a pensar antes de comprar, fazendo algumas perguntas básicas:

1) Realmente preciso disso? Não estou sendo iludida pela propaganda?
2) Ou apenas quero me sentir incluído ou afirmar minha personalidade?
3) Posso pagar por isso?
4) Conheço a origem desse produto e para onde ele vai depois que o descarto?
5) Qual é o impacto que esse produto causa no meio ambiente?
Além de se questionar, outras atitudes propostas são buscar alternativas de menor impacto para os recursos naturais, como trocar, consertar, fazer e viver apenas com o que é realmente necessário.

Consumo equilibrado na prática

O resultado desses questionamentos faz muitas pessoas entenderem o quanto seus hábitos têm impactado o mundo. É o caso da consultora Fernanda Franco Cannalonga, que já foi dona de uma marca de bolsas veganas e promove oficinas de beleza natural. “Minha jornada começou mais de 15 anos atrás, quando eu me tornei vegetariana. Eu era adolescente e não tinha nenhuma consciência sobre meu impacto ambiental, comecei a ler sobre  vegetarianismo e então desenvolvi um olhar mais crítico”, diz. Tal pensamento fez com que Fernanda mudasse completamente seus hábitos de consumo, trocando alimentos industrializados por orgânicos, além de fazer seus próprios produtos de beleza naturais. “Passei a tentar reduzir a minha produção de lixo e comecei a ver meu consumo como algo político”, diz.

Mudança no dia-a-dia

Fernanda passou apenas a consumir produtos e serviços que acredita. “Tento apoiar marcas e projetos que fazem um trabalho de recuperação do meio ambiente, que tratem o mundo e as pessoas da cadeia de produção com carinho”. Além disso, ela também busca maneiras alternativas para reduzir o consumo. “Por escambo, pegando emprestado, ou mesmo fazendo. Cozinho todos os dias, conserto as minhas roupas, etc”, comenta.
Quem vê de fora, pode pensar que essa rotina é complicada, mas Fernanda garante que já está acostumada. “No dia a dia já é fácil pra mim, são muitos anos estudando, eu já sei onde ir, quais informações procurar”, comenta. Porém, nada é perfeito, ela ainda se vê refém de algumas empresas que não gostaria de apoiar, como de aparelhos eletrônicos, por exemplo.

Um pequeno passo para o mundo...

...mas um salto para a humanidade? Talvez, o lowsumerism não seja a solução definitiva para o nosso planeta, mas é um bom começo. “Não acho que a sociedade de maneira geral tenha mudado, mas vemos alguns focos de mudança que são muito positivos. As pessoas estão tomando algumas ações individuais, não estão esperando algo milagroso acontecer”, comenta Fernanda.
Todavia, segundo Camila, se encarado somente como tendência de comportamento, ou seja, algo passageiro, a equação de nossos problemas pode não chegar a um resultado positivo. “Não basta não consumir ou consumir as ‘coisas certas’, mais importante do que isso é a micropolítica, são as mudanças no nosso modelo de vida-trabalho e a forma como nos conectamos com os outros para realizar ações práticas”. Camila sugere, por exemplo, participar da horta do bairro no lugar de comprar produtos orgânicos certificados fairtrade em embalagens biodegradáveis em uma rede de hipermercados. “Há sinais de que há algo maior acontecendo, que se distancia da simples redução no consumo/consumo consciente porque está relacionada a questionamentos importantes sobre nossos modelos de vida, organização social e política”, finaliza.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Pedrada.


Uma vez eu disse que o que vale é falar. Falar o que se está pensando ou incomodando, mesmo que isso seja a maior besteira do mundo, porque falando o que está incomodando, sempre há a chance do diálogo e do esclarecimento da dúvida, pois a gente tem dúvidas e também as vezes, ou, a cabeça da gente cria duvidas. Parece legal, né ? Mas até tudo se esclarecer de fato, o caminho pode ser bem turbulento. Mas ainda acho que vale falar, mesmo eu achando que tentar ser sempre uma pessoa melhor, que se importa, que se preocupa com o que está rolando à sua volta, que tenta argumentar no lugar de ignorar, é sempre um caminho de pedras. 


segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Situações e situações.


Geralmente somos julgados por sermos sensíveis à injustiças. A vida fica mais fácil, quando se ignora situações que não gostamos de vivenciar, ou o que nos incomoda de alguma forma. Lidar com o suposto incômodo (pois muitas vezes ele não o é, pode ser apenas o que achamos),  é o que pode expor o nosso lado mais humano. Como digo algumas vezes: "difícil é ficar, ir embora é muito fácil." Há situações em que devemos ignorar, mas há outras, que dar a devida importância, é imprescindível.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Mudanças.


Ouço muito dizer que mudar é sempre bom, que dá uma mexida nas coisas, que te tira da zona de conforto, blá ... blá ... blá ...  
Mudar é mudar, oras, pode ser muito bom, como pode ser muito ruim também.
Siga seu instinto, sempre ! Ele não costuma falhar.


segunda-feira, 26 de junho de 2017

Como seu eu, enxerga o outro?


Baseado numa vivência recente, em que o foco era o bem estar coletivo, constatei que o ego, mesmo nessas situações, torna as ações em competições, onde o eu, desqualifica o outro. Os egos tem que se sobressair, mesmo num ambiente de camaradagem, ou, que era para sê-lo.




quarta-feira, 21 de junho de 2017

Era para ser sem-fim, mas teve ...


Desde criança, sempre gostei dos bichos em geral, minha infância sempre foi povoada por uma infinidade de bichos, dos mais variados. E se tinha uma coisa que eu gostava, era de ir pescar com meu pai e meu avô, não pela pescaria propriamente dita, apesar de eu gostar de ver de perto,  as diferentes espécies de peixes que pescávamos, às vezes, os mantinha vivos e os colocava numa enorme taça de vidro transparente que minha mãe tinha em casa, e ela colocava a taça em cima da mesa da cozinha, longe das minhas mãos, e, claro que eles não sobreviviam, coisa de criança, mas eu ficava horas vendo-os nadar, fascinado. Mas para mim era muito interessante essa proximidade com o rio, as matas, estar perto das árvores, observar os tipos de plantas, sentir os cheiros, sentir o frio da manhã e ouvir a "missa do sol", que é quando a passarada acorda e todo mundo canta junto. Dizia meu avô, que horário bom pra pescar é quando amanhece e no finalzinho da tarde, então ainda estava escuro quando a gente chegava, às vezes com névoa acima das águas de uma das curvas do Ribeirão Quilombo, lembro até hoje, da gente chegando, com os pés ensopados de orvalho gelado do mato, da trilha que tínhamos que fazer até chegar à margem. Era uma curva de rio bem bonita, o rio tinha uma correnteza forte, mas calma, e no meio do rio, havia um grande tronco, onde se instalaram plantas aquáticas que ficavam dançando ao sabor da correnteza abaixo da superfície, ganhando cores vivas, conforme o sol ia subindo. E foi numa dessas vezes, se não me engano, que o ouvi pela primeira vez, meu pai, ou meu avô, me ensinaram que aquele era o sem-fim, e parecia mesmo sem fim, pois ele não parava o tempo todo, acho que tive uma fixação por ele, pois o ouvia em todos os lugares que morei, curiosamente, sempre conseguia ouvi-lo ao longe, tanto de dia, quanto à noite, às vezes antes de dormir, já com a cabeça no travesseiro, e sempre gostei do seu canto sem fim, mesmo sem nunca tê-lo visto.
Mas faz um tempo que eu não o escuto, talvez pela mata estar ficando cada vez mais longe de mim, e de onde moro, talvez por ele não ter se adaptado à zona urbana, mas ele nunca saiu da minha lembrança, e ontem, no carro, Dalmo me chamou à atenção para uma parte de uma musica, que lembrava o canto dele, e ele voltou à minha memória, o sem-fim. Vou ficar atento, quem sabe volto a ouvi-lo. 


Fim também tiveram várias coisas dessa pequena história da minha infância, o Ribeirão hoje, está praticamente morto, em suas águas negras de poluição, creio que não haja mais peixes, às margens dele, onde pescávamos, hoje é uma ocupação de moradores sem terra, e meu avô, faz já um certo tempo, não está mais aqui. 

Nunca me esqueço do termo "Missa do Sol", que aprendi no pequeno, mas valioso romance de Jose Mauro de Vasconcelos, Coração de Vidro,  que algumas vezes me fez chorar, e que talvez, tenha uma certa responsabilidade por hoje em dia, eu não querer possuir mais nenhum bicho de estimação que tenha que ser tirado da mata, ou do rio. 



terça-feira, 20 de junho de 2017

Os outros ... sempre eles ...


Às vezes me impressiono com a quantidade de pessoas que usam as mídias sociais para ficar mandando recadinhos para as pessoas, coisas tipo: para as pessoas invejosas, para as pessoas que se intrometem na vida de outras pessoas, para as pessoas fofoqueiras, enviando passagens bíblicas para apontar o próximo, e por ai vai ... e detalhe, usam frases prontas pra isso, nem se dão ao trabalho de pelo menos escrever o que pensam, pegam pronto de outro lugar ! E ai, conhecendo as pessoas que fazem isso com muita frequência, penso que esse tipo de atitude diz mais a respeito delas próprias, do que dos outros.
É sério mesmo que as pessoas acham que a vida delas não dá certo por conta dos outros ? Que elas são tão legais e superiores que há uma horda "voodoozando" a vida delas o tempo todo ?
Pessoal, na boa, a vida é bem mais legal que isso, e as outras pessoas influenciam bem menos a nossa vida do que a gente imagina, veja suas escolhas, isso sim ! Relaxe e viva ! 
Aproveite a mídia social exclusiva de fotografias, para mostrar seu melhor lado, seu melhor ângulo,  o que há de belo à sua volta, aprenda a olhar em volta, compartilhe coisas boas ... olha o tempo, e neurônios perdidos, jogados fora !


segunda-feira, 19 de junho de 2017

Livre-arbitrio ?


Livre-arbítrio.
Subsdtantivo masculino.
FIL
Possibilidade de decidir, escolher em função da própria vontade, isenta de qualquer condicionamento, motivo ou causa determinante.

Pensa ai !






terça-feira, 13 de junho de 2017

Why does my heart feel so bad ?


Ouvi essa musica no rádio hoje de manhã, e, além de ser um clássico, me fez lembrar da animação, que é o clipe dela, e me deu uma certa tristeza, pois uma musica já não tão atual, continua tão atual, a vibe da humanidade continua a mesma, senão pior ... uma pequena espiada matutina nos sites de noticias para se situar, e se constata que estão lotados de notícias para lá de ruins de uma maneira geral: violência, drogas, corrupção, direitos a menos aos menos favorecidos, governantes totalmente desinteressados pela população em geral e das minimas necessidades dela, desemprego, crise econômica,  e por ai vai. E o pior, sem perspectiva de melhora a curto/médio prazo, dá um desânimo gigante, mas não dá para não imaginar que isso tudo que está rolando, que tudo isso que estamos vivendo/engolindo, de uma certa forma, é o resultado do estilo de vida de cada um de nós. E eu ainda não consigo ver uma mudança significativa nas pessoas. 





segunda-feira, 12 de junho de 2017

Ame.


Não consigo entender um amor que para ser amor, tem que seguir um padrão de gênero. Não consigo entender amor violento. Não consigo entender amor possessivo. Não consigo entender amor egoísta. Não consigo entender amor que aprisiona. Não consigo entender as pessoas corrompendo o sentido da palavra amor. No amor, não cabe nada que não seja bom.
Ah o amor ! Essa palavrinha tão abrangente de sentimentos e sensações, de nervosismo e felicidade, de ansiedade e amizade, de carinho e companheirismo, de momentos bons e momentos difíceis, mas de coisa junta, de coisa pensada coletivamente, de coisa feita à várias mãos. 
O amor, a gente valida todo dia, mas um dia especial para comemorar também é legal, ainda mais numa segunda-feira, para fazê-la diferente, no mínimo, a gente pensa muito mais na pessoa que a gente ama ... Deixe-se levar pela vibe do dia ... sinta ... 




quinta-feira, 8 de junho de 2017

Vidas quase não vividas ...


Tem umas coisas que me deixam de bode, sempre! Ontem saímos para passear com os cães, e passamos em frente à casa do vizinho, ele não estava lá, mas estavam os cinco gatos, espremidos entre a janela e a tela de proteção, que não os deixa sair. Todos praticamente na mesma posição olhando para a rua, talvez observando o gato branco da vizinha da frente passeando pela calçada. Ok, eu sei que tem esse lance de segurança, que dentro de casa eles estão protegidos dos perigos de uma vida na rua, da fome e do abandono, já tive até algumas discussões com amigos que tem gatos a respeito. Mas para mim sempre parece muito injusto com o bicho, viver a vida toda, as vezes confinado dentro de uma casa, algumas tem quintal, claro, e isso é bem legal, ou de um apartamento, as vezes  sem sacada, a vida toda, as vezes sozinho, sem outro gato para fazer companhia,  saindo uma vez por ano pra ir ao veterinário dentro de uma caixa. Tenho cães, mas cães saem pra passear, pelo menos nos esforçamos para que eles saiam quase todos os dias, e eles amam isso, já com gatos, as pessoas não tem esse costume. As vezes me pego pensando, se eles pudessem escolher, o que eles prefeririam, a prisão perpétua segura, ou uma vida livre com seus perigos ... 


quarta-feira, 7 de junho de 2017

Quarta-feira sendo quarta-feira ...


Do que a gente pede pro divino, isso para quem acredita, é claro, depois de saúde, acho que o mais importante é: paciência, para suportar esse espaço de tempo entre o surgimentos das "zicas" e a solução delas. A gente faz um exercício diário para se manter calmo, respira, conta até dez, muda a energia ... mas ... Dai-me paciência ! Claro que um pouquinho de dinero, ajuda também a gente se manter calmo, mas as vezes, ele também é a razão da falta dela, melhor não estender ... vamo que vamo !


terça-feira, 6 de junho de 2017

Constatações ...


Conversando com uma amiga ontem mo Whatsapp sobre uns acontecimentos, ela me solta essa:

[12:53, 5/6/2017] C T: a anna sempre diz                      
[12:53, 5/6/2017] C T: quem nao pertence, faz de tudo pra pertencer                      
[12:53, 5/6/2017] C T: e nunca pertencerá

Ficou na minha cabeça ...


segunda-feira, 5 de junho de 2017

BlueBeard ...


O BlueBeard, está perto ...


As ondas do mar na barba, o barco, talvez à deriva, na cabeça, os olhos mansos e tranquilos de quem tem a consciência tranquila ... 



quinta-feira, 30 de março de 2017

Deixe-se levar ...


No loop infinito aqui desde ontem com ela, fazia um tempo que não ouvia a banda, redescobertas as vezes vão muito bem ! Relaxe, feche os olhos e deixe-se ... uma #trip o som, pelo menos para o pisciano aqui ... #enjoy !





quarta-feira, 29 de março de 2017

E segue ...


As coisas simplesmente acontecem. Acontecem porque tem que acontecer, não é de propósito e não é para ferrar a sua vida num momento em que tá meio complicado. As coisas simplesmente acontecem, não é porque deus ou o diabo quiseram, simplesmente acontecem. Não é para deixar sua vida melhor ou pior, porque acontecem coisas boas também, mas essas não ganham a dimensão que deveriam, a gente não controla nada, a sequência de fatos vai se desenrolando e a gente é que tem que se adaptar a eles, por mais enlouquecedor que isso possa parecer, não há outra maneira. Porque as coisas acontecem e não adianta tentar achar uma explicação ou culpar alguém ou a si mesmo, a gente não controla. Eu gostaria de acreditar em algo que explicasse, mas isso se perdeu ha um tempo atrás. Eu gostaria de pensar assim, como descrevi, com clareza, mas para um pisciano, sempre há um drama. Pelo menos, até tudo se resolver, porque de uma maneira ou de outra, tudo se resolve.


terça-feira, 28 de março de 2017

Pra viver ...


Não adianta, estamos sempre ligados a um monte de pessoas que estão à nossa volta, de "n" maneiras e por "n" motivos. Não conseguiríamos quase nada sem essas relações, gostando ou não delas.




quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

#viagens ...


As vezes, a gente só sente uma grande canseira, aquela que vence até otimismo de pisciano. Só resta a teimosia.


segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Esses dias ...


Há dias que são verdadeiras segundas-feiras, nada contra segundas-feiras, são necessárias. São pequenos começos, são dias em que tomamos decisões. Quem nunca deixou de fumar numa segunda-feira, começou uma dieta na segunda-feira? Quem nunca deixou algo para segunda-feira? E quem nunca ignorou a segunda-feira e não fez nada a que se propôs, dane-se! Mas não é o dia propriamente dito, é a energia dele, dependendo do estado de espírito que nos encontramos, uma sexta-feira pode ser uma segunda-feira tranquilamente, apesar da vibe desses dois dias serem totalmente diferentes! Há dias ... dias? Não, períodos, em que a gente quer que algo aconteça de diferente, que quebre a rotina, que mude algo, para o lado bom, claro, há mudanças que vem para piorar as coisas, e isso, obrigado, já tem bastante, pequenos aborrecimentos cotidianos é o que não falta . Mas há todo um mundo de acontecimentos interligados e que de uma certa maneira, interfere para que essas coisas diferentes para o bem, aconteçam ou não na vida da gente, desde nossas escolhas pessoais, até o momento político-econômico do país que moramos. Ai, não tem muito o que a gente fazer, a não ser esperar um pouco, pra ver se algo de bom acontece. As vezes não acontece, e a gente fica aqui escrevendo, numa segunda-feira.


segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

A vibe.


Tanta gente reclamando de tanta coisa, contra tanta coisa, não sem razão, tem um monte de coisa errada acontecendo e que merecem ser discutidas e combatidas, mas a coisa anda tão unilateral ! Tem coisa boa acontecendo também o tempo todo, mas pouco se fala sobre elas, parece que isso é segundo plano, com uma importância menor, o mais importante é mostrar só o que está errado no mundo, reafirmar o tempo todo que tudo está errado, o que, de uma certa maneira, não é verdade. E fazem isso com uma raiva, com uma gana, que acho que cria uma vibe estranha, que contamina muito, que faz muito mal num geral e que não agrega o devido valor à discussão, que não desperta o real sentimento de conscientização, só gera mais ódio, mais segregação.  Parece que o que rola de bom, para ter validade, tem que ter partido político certo, ou ser feito pela pessoa publica certa, senão não tem a menor importância, sempre se evidencia só o ponto ruim. Um monte de gente, que se propõe, ainda, a defender um lado só e gasta os dias desqualificando o outro, num momento em que era para estarmos todos juntos. Mas uma coisa tenho notado nisso tudo, essas pessoas estão falando cada vez mais, sozinhas.