sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Little Respect !


As vezes as emoções não cabem dentro da gente, e, de alguma forma temos que externá-las, geralmente o corpo convulsiona das mais diferentes maneiras, dependendo da emoção, taí um exemplo!



"A wonderful thing happened on London's underground last night December 14th  2014) after the Erasure concert at the Forum ... Neil began an impromptu singalong, and the whole  platform joined in, singing and dancing. It was such a buzz! It continued on the train too!! Filmed by John Trapnell ;)"

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Como funciona ?





As vezes fico aqui pensando comigo: será que existe algum mecanismo que faz com que as coisas deem certo ou errado para as pessoas, e, porque elas tem que passar por determinadas situações. Talvez venha daí, o fato de as pessoas terem as mais diversas crenças ou acreditarem em um monte de coisas, como por exemplo: "Seja bom, que coisas boas vão acontecer com você." Coisas como a lei do retorno. Nesses meus anos de vida, as coisas que tenho vivenciado me levam a não acreditar nisso, tenho visto gente boa que sofre bastante e gente má que se dá bem, mas também gente má que se ferra muito e gente boa que se dá muito bem. Não há regras ao que me parece. É coisa de índole, se você é bom, é bom e não consegue ser diferente disso e o contrário também. E isso não é garantia de que se terá uma vida tranquila ou não. Mas me parece que as pessoas tem que acreditar em algo para continuar, algo para explicar o que parece inexplicável, o que não se consegue entender. Certa vez, eu estava vendo um documentário sobre inclusão de homossexuais na igreja, e em um depoimento uma travesti, que frequentava a igreja local e era aceita pelo padre e pela comunidade,  disse que acreditar em Deus era muito importante, pois a fé nele era explicação para tudo o que ela não conseguia compreender nessa vida. 
Mas que fico aqui pensando comigo: será que existe algum mecanismo que faz com que as coisas deem certo ou errado ... fico ! 


terça-feira, 19 de janeiro de 2016

À luta !


Stencil no Bairro Taquaral - Campinas - SP - Foto: Marcos Campos

De uma certa maneira, vivemos uma batalha diária para manter a sanidade mental. São tantas imposições, regras, deveres que temos que obedecer para simplesmente viver, que as vezes não damos conta. Temos que obedecer sim, não é questão de escolha, se se quiser ter uma vida minimamente confortável e estável, a gente tem que trabalhar, em todos os sentidos,  para tal e abrir mão de algumas coisas que a gente simplesmente não gostaria de fazer. Mesmo que tudo esteja relativamente bem, sempre há momentos de tensão, momentos em que a gente não está com energia para uma determinada ação imposta.
E há os imprevistos ! Ah os imprevistos ! Esses conseguem minar a paciência ! E acontecem sempre em momentos inoportunos, claro ! Quando por exemplo,  acontecem naquele mês em que a grana está  bem curta, e que ela é extremamente necessária para a solução do tal imprevisto. Um clássico ! Aliás, grana é um assunto que é melhor nem começar, minha relação com ela é boa, não a acho uma coisa ruim, mas a situação no nosso país anda complicando nossa relação com ela e dela com as nossas necessidades. Assunto para um outro momento.
Claro que tudo isso faz parte e a gente na maioria das vezes tira de letra, mas há situações por exemplo, em que nem o mais santo cristão aguenta ! Sabe quando começa uma seguência de coisinhas erradas, uma sequência mesmo, um monte de vários aborrecimentos acontecendo um após o outro, quando não se teve nem tempo hábil nem para resolver o anterior ? Então ... não é fácil se manter equilibrado o tempo todo ! Mas ... mas, é aquela batalha diária que falei lá no começo, sabe ? Só não vale desistir, porque tem um lado legal nessa história toda também, só não vale pirar e enxergar só o lado negro da força.
Na maioria das vezes, passado um tempo a gente se dá conta que gastou energia demais por conta de um aborrecimento, que as vezes, nem era real, mas a gente consegue, naquele momento de tensão, pensar assim ? Claro que não.
Mas como tudo é aprendizado, e a gente na verdade controla muito pouco dos acontecimentos, quem sabe um dia a gente aprende. 


segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Just Breathe !



♫ I brought you some something close to me
left with something new
see through your head
Give haunt my dreams
But theres nothing to do but believe 
Just believe 
Just breathe ... ♫


E não é que é assim mesmo? As vezes a gente tem que acreditar e continuar respirando ... só ! Não por não ter mais expectativas, mas é só para esperar um tempinho até tudo mudar. Querendo ou não tudo muda e mudam todas as possibilidades, muda o jeito que enxergar as coisas, muda o foco, muda a vibe ... porque as vezes a gente pensa que está numa sem saida, mas que nada ! Tudo é sempre parte do processo ... está com problemas ? Resolva e logo aparecerão outros. Está feliz da vida ? Momento passageiro. Essa inconstância é a única constante, o movimento é constante, mas acredite ! E claro, continue respirando ... 



sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Blue soul.





Um pouco de groove para uma sexta-feira chuvosa e úmida, lento mas gostoso de ouvir, daqueles versáteis,  que dá pra ouvir desde com uma xícara de café na mão, até com uma taça de vinho. Daqueles que a gente fica parado batendo o pé no chão, acompanhando o ritmo, olhando para o nada, ou, se balançando lentamente ao sabor do ritmo ... hipnotozante. Gosto de sons onde um sampler acompanha a musica toda, do começo ao fim, o mesmo fundo, a minha sensação é essa, de hipnotismo.
Sempre fico pensando o que seria da musica em geral, se não fosse o amor, esse safado ! rs


quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

What do you want more?



Nenhuma palavra, somente o título da musica e a melodia, mas que a meu ver, ou melhor, ouvir, traduz muito bem o título ... coisa de pisciano maluco ! rs




terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Escolhas.


Grafite bairro Cambui - Campinas - SP - Foto Marcos Campos.


E ele tinha uma vida tranquila. Tinha lá sua namorada de anos, moravam juntos,  vida estável, tinham lá suas diferenças, mas qual casal não as tem, não é verdade? Mas essas diferenças precisam de manutenção, boas e as vezes infinitas conversas, porém necessárias à boa saúde da relação, e, ao que me parece eles pararam de ter essas conversas em algum momento, e ai a pequena diferença começou a incomodar, pouco, mas essa diferença gerava uma infelicidade no outro, e o outro com essa infelicidade, ficava ácido no tratamento, e isso foi piorando com o tempo, a diferença foi crescendo cada vez mais a ponto de não mais fazerem as mesmas coisas juntos, moravam juntos mas pareciam que não eram mais felizes, conviviam, o sexo ficou raro e cada um individualmente cuidava da sua vida, num ambiente em comum, mas deixou de ser uma relação de casal. E assim viveram um bom tempo, entre discuções, brigas, tempo sem se falar por conta das brigas, mas juntos, por caminhos paralelos, não juntos, não o mesmo caminho.
E eis que apareceu alguém para uma das partes, apareceu, apareceu e preencheu de sentimento um coração vazio, uma vida monótona, um horizonte enevoado.
Ele estava apaixonado, perdidamente. 
Fazendo a escolha errada e julgando ser algo passageiro, não comunicou a parceira de anos, foi levando uma história paralela, levou por um bom tempo, passando horas e horas de conversas ao telefone, aproveitando qualquer momento que pudesse, para ver sua amante, reencontrou a felicidade e com a anestesia da paixão, endureceu seu coração para a parceira de anos, mentindo e enganando, desconsiderando a importância do tempo vivido, ou mesmo o respeito à pessoa, que qualquer um merece.
E um dia, por um vascilo, ela descobriu toda a mentira. Esbravejou, urrou, mandou-o embora. Chorou o fim da relação, mas principalmente pelo tempo que foi enganada. Apesar de tudo estar muito ruim, um pouco de consideração era esperado, e chorou por um bom tempo. E seguiu sozinha sua história.
Ele por outro lado, resolveu seguir adiante a sua, com sua amante que não podia ser revelada a ninguém, por problemas que existiam na cabeça dela, eles teriam que seguir a vida escondida de amantes que eram, mas não eram mais, uma vez que nenhum dos dois era mais casado. Ela, a ex-amante, também não mostrava compaixão com a mulher abandonada, compactuava nas mentiras e parecia que estava até orgulhosa do feito, de tê-los separado.
O tempo porém a revelou uma mulher dominadora, possessiva e ciumenta. O novo relacionamento tinha se revelado devastador para as amizades dele, quase todos os amigos o deixaram de lado e tomaram partido da ex-mulher. Juntando-se a fase de inicio de namoro, onde naturalmente se deixa de lado por um tempo os amigos em detrimento da pessoa que se está, a mulher dominadora, que não fazia questão nenhuma em conhecer os amigos antigos e a rejeição por parte dos amigos, ele ficou praticamente sozinho com seu novo amor, restando apenas uns poucos amigos que insistiram em tentar manter a amizade em ambos os lados, e quase foram rejeitados pelos dois, mas não pense que ela os tolera muito, não, não tolera, no inicio parecia que sim, mas envenenada por sua possessão e ciumes, os acha companhias ruins para seu amado, uma vez que ela não pode ir a todos os lugares com eles, enlouquece na desconfiança e ciumes. Os poucos amigos, estão também cansados, sem querer se veem no meio de uma rede de mentiras e desconfianças, uma vez que ela desconfia de tudo e ele não pode nada, ele mente, sim mente novamente e insiste em viver sua vida infeliz.
Na verdade, o que era para ser uma história feliz, é uma história de infelicidade de duas pessoas que se encontraram e não confiam uma na outra, fruto de um inicio onde a paixão, acompanhada da mentira e da traição que foram os combustíveis, que claro, passou, mas o que ficou, me parece, não foi o amor, mas uma possessão infinita e o medo de ser enganado, justamente tudo o que fizeram com a outra pessoa, uma dose amarga do próprio veneno, presos num relacionamento doente e sem amigos por perto, se iludindo que isso seja amor, até quando?




quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Intuindo ...



Significado de Intuição

s.f. Capacidade para entender, para identificar ou para pressupor coisas que não dependem de um conhecimento empírico, de conceitos racionais ou de uma avaliação mais específica.
Conhecimento claro, direto, imediato da verdade sem o auxilio do raciocínio.
Pressentimento, capacidade de prever, de adivinhar: ter a intuição do futuro.
Teologia. Visão nitida que os santos ou que os bem-aventurados têm de Deus.
Filosofia. Maneira de se adquirir conhecimento instantâneo sem que haja interferência do raciocínio.
pl. intuições.
(Etm. do latim. intuitio.onis)

Fonte: []Dicio

Lagoa do Taquaral - Campinas - SP - Foto: Marcos Campos

Eu sou um cara que muitas vezes repito para mim mesmo: Confie mais na sua intuição ! 
Mas será mesmo que podemos usar nossa intuição sempre e para todas as situações ? A nossa mente não poderia nos pregar peças, caso não soubéssemos de todos os fatos ?  Partindo da premissa de que nem tudo que a gente imagina é verdade, acho que não dá para usá-la em todas as situações. Mas o que a gente faz quando ela as vezes grita, contrariando a situação? 

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Intromissão.





Estava trabalhando, com aquela planilha enorme aberta no computador, ela entrou na minha sala sem bater e nem falar um oi, sentou-se e disse, com uma cara meio desanimada:
- Sabe, acho que está faltando algo em mim. Tenho a impressão que tudo que faço ultimamente está errado, não acerto uma ! Até quando as pessoas vão falar algo contrutivo, logo penso que vem uma reclamação e fico na defensiva, isso não está bom, não mesmo, preciso prestar mais atenção em mim e reafirmar a mim mesma que isso não é verdade, tanto a parte que faço tudo errado, quanto a parte das pessoas reclamarem de mim o tempo todo. Será coisa da minha cabeça ? Ok, ok, talvez nem uma coisa, nem outra, pode ser também que as vezes eu esteja errada mesmo e que as pessoas reclamam sim, sim, porque isso de fato acontece, talvez eu esteja somente errando na proporção, supervalorizando isso.
Mas é uma sensação que está faltando algo novo, fresco em mim, parece que o tempo, esse velhaco, anda mostrando seu poder sobre as coisas, a vida, tirando o brilho de alguma forma, deixando tudo mais ou menos monótono, preto e branco, cinza, sabe ? Parece que tudo é comum e não causa mais nenhum tipo de surpresa, nenhum tipo de vontade, não desperta reação nas pessoas,  os dias passam e as coisas não mudam muito, quase nada, deixando tudo ... comum demais.
Como tinha parado para escutá-la, tentei aproveitar a pausa para tentar falar, mas quando abri minha boca para verbalizar alguma coisa, fui interrompido:
- Mas acho que tudo isso é normal em certas ocasiões, talvez a auto estima tenha oscilado, sabe como é, não é todo dia que a gente está bem. Vai passar. Beijo e obrigado por me escutar.
Levantou-se, saiu da sala e fechou a porta. Eu fiquei ainda uns instantes a pensar, tomei um gole de água e me concentrei novamente no trabalho.




segunda-feira, 4 de janeiro de 2016