quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Mais um.


Foto Marcos Campos - Trancoso - BA


Um ano que chega ao final, não dá para ser ignorado. De uma maneira ou de outra é um ciclo que se fecha e cada um tem a sua maneira de lidar com isso, inclusive quem diz que não liga para isso, mas que no fundo dá alguma importância mesmo que silenciosa. Muito se diz que 2015 foi um ano difícil e complicado, e de certa forma foi mesmo, acho que todos sentimos isso, pois senão não se falaria tanto nisso. Mas ele teve seus bons momentos também, um pouco, depende de como se olha os acontecimentos do ano, as vezes, como tudo na vida, as coisas não são o que parecem ser, ou vice versa. A gente se surpreende com o que acontece, as vezes aquele pedido que se fez a anos, se realizou e nem ficamos tão felizes assim, as vezes aconteceu uma coisa que consideramos muito ruim, e que depois revelou-se a melhor coisa que poderia ter acontecido. Tudo depende, depende de um monte de fatores, inclusive da gente mesmo, dependendo de como encaramos os acontecimentos, temos os reflexos disso em nossa vida e humor. Mas acho que mesmo com fama de complicado e difícil, ele foi um ano positivo pensando na história como um todo.
Um dos fatores dele ter sido um ano complicado foi a crise política que afetou todo o funcionamento do País, mexendo é claro, com a vida de todo mundo, dificultando ainda mais para quem já estava em uma situação difícil, e dificultando um pouco mais para quem havia progredido um pouco, com a volta da inflação e desemprego entre outras coisas. Mas isso todos nós já sabemos, o que me preocupa sempre é que sempre os menos favorecidos é que sofrem mais. Mas talvez isso seja parte do processo todo, e talvez olhando a coisa mais de longe, pode até estar ruim, mas melhor em algum sentido, talvez ...
Enfim, no fim do ano a gente sempre pensa um pouco mais e querendo ou não faz uma retrospectiva do que passou, e acho bem positivo isso, um tempinho para parar e avaliar os erros e acertos, sempre aprendemos um pouco mais, pelo menos a gente tenta !
Mas, como diz uma amiga, a gente não controla muita coisa, então que a gente continue nessa viagem maluca que é a vida em 2016, e que coisas realmente boas, aconteçam, apesar do cenário no nosso País, apontar em uma direção contrária. Mas que pelo menos no âmbito pessoal, a gente possa ser uns seres melhores do que fomos até aqui, que a gente seja mais sincero consigo mesmo e com os outros, que a gente coma melhor, que a gente produza menos lixo, que a gente plantes mais árvores e flores, que a gente sinta menos medo, que a gente seja mais proativo, que a gente dê a devida importância ao dinheiro, nem mais, nem menos, porque ele é importante sim, para todo mundo, que a gente trate as pessoas com mais afeto, que a gente pratique mais a caridade, que a gente seja menos preconceituoso, que sejamos mais honestos, que a gente consiga se divertir mais e reclamar menos, que a gente pense mais positivo, que a gente se valorize mais, que a gente ria muito, que a gente seja mais corajoso,  e importante: que a gente veja mais o mar !! Enfim, que a gente ame mais, de uma maneira ou de outra, o que nos move é o amor, amor por uma ação, profissão ou pessoa, então, vamos tentar colocar isso em prática! A vida não pára de seguir em frente, não fique muito tempo parado em cima da ponte, vendo-a passar ! Um ótimo 2016 !


quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Save a little love for me !




Sem duvida nenhuma, uma das minhas bandas prediletas, Club Des Belugas sempre está na minha playlist ! E nunca me contento com uma ouvida só ! Nunca !

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

The White Birch - Breathe




As vezes a gente se surpreende com as dicas que o Youtube dá, hoje, numa tarde de chuva, no silêncio da casa, só ouvindo o barulho da água nas calhas, que um véu de chuva mansa, faz escorrer, caiu com uma luva.


segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Egoísmo.




Ele era um cara legal, e era mesmo ! Todos a sua volta gostavam de ter ele por perto, de ouvir suas histórias, suas piadas, e riam muito junto com ele e realmente ele era assim mesmo, cativante, seu sorriso fácil conquistava quase todo mundo, fazendo com que ele sempre estivesse rodeado de pessoas. Mas havia algo podre por ali. Dentro dessa alegria toda de viver, havia um cara triste e fraco, prisioneiro de vícios e fraqueza de caráter. Que passou a vida toda frustrado e frustrando quem convivia com ele, frustrado porque sempre quis ser um cara que ele nunca foi, querendo viver uma vida de alegria e dinheiro que ele nunca teve. Ele sempre foi egotista, essa é a triste verdade, quem convive com ele de perto sabe que sim, há pessoas que não foram feitas para constituir família, pessoas incapazes de se doar por inteiro e de realmente se preocupar com o outro, próximo, e que foi cativado por ele, com o passar do tempo, ele foi ficando mestre em ignorar essas pessoas que faziam parte do círculo mais fechado da vida dele, antes de todos, era somente ele que importava. 
Com o tempo ele foi se contentando com pouco, pois também não  haveria jeito de ser mais que isso sua vida, dada a sua capacidade de fazer o pouco dinheiro que ganhava desaparecer, e não pensava duas vezes para ter esse pouco, ignorando as suas próprias necessidades, as necessidades básicas de sua família, de seus filhos, e foi acostumando com essa vida vazia, onde o dia a dia era basicamente em tomar várias biritas no bar com os supostos amigos de balcão, o suficiente para tirá-lo desse mundo que não era dele, para tirá-lo dessa vida real, onde a sua alegria e suas piadas já não faziam muito sucesso, se o dinheiro acabasse, sem problemas, os abutres donos de bar, forneciam para pagamento posterior, ele, já embriagado, as vezes nem sabia ao certo se o que cobravam depois era o correto ou não, e a alegria era isso, beber com os amigos, as vezes até apagar uma rodada, ora, porque não? Ele sempre achava que podia, sempre acreditava que daria um jeito!
As pessoas que gostavam dele simplesmente lhe eram insuportáveis, pois tentavam sempre trazê-lo de volta, pois como disse antes, ele era um cara legal, na verdade talvez, outro cara, sem bebida a coisa era outra. Mas ele não conseguia, mas ele não queria, dava muito trabalho ser sóbrio e assumir as responsabilidades de si mesmo e as quais ele assumiu quando resolveu se casar e ter uma família, era muito mais fácil se embriagar e deixar as responsabilidades nas costas de outra pessoa. E ele era bom nisso, ele era teatral, assim como sorria e fazia sorrir com facilidade, chorava e comovia com uma facilidade assustadora, e assim, muitas pessoas por muito tempo acreditavam que na verdade ele era um coitado, vitima das pessoas que mais queriam protege-lo: a família. Em momentos de lucidez, prometia a si mesmo que mudaria de vida e que estava cansado disso tudo, mas isso não durava mais que uma semana, a gente notava isso quando o via passar na rua, indo para casa, dias depois. 
É de uma tristeza enorme vê-lo assim, pois está definhando, está virando uma caricatura de si mesmo, o peso da idade está mostrando a ele o quanto é frágil, coisa que sempre negou veementemente para si mesmo, pois todo mundo sabe, que esse tipo de vida tem seu preço, aliás, todo tipo de vida tem seu preço, diferentes um do outro, mas tem.
Hoje ele é um velho que perdeu a atenção e o respeito de muita gente, inclusive dos filhos, pois acham que ele é um incorrigível! E pensando bem, é mesmo! Hoje em dia nem fala que quer mais uma mudança, contrariamente a isso, diz que não vai mudar e que é feliz assim, mesmo com todas as implicações que isso traz, o próprio sofrimento e o sofrimento de quem vive perto, que não lhe dá mais crédito, mas que ainda cuida dele, e sempre vai cuidar.
Todo vicio torna as pessoas egotistas, mas acompanhar uma trajetória decrescente é uma coisa muito ruim, ele já teve seus dias bons também, claro, não foi somente essa pessoa toda a vida, ele cuidou dos filhos e da esposa, garantindo o mínimo necessário para não haver reclamações, mas a vida poderia ter sido muito melhor para todos eles, poderia, mas ele fez sua opção, ele escolheu e pronto, não interessava as outras opiniões, uma escolha triste, pois eles, que escolhem esse caminho, sempre acham que estão indo sozinhos, mas sempre há, um monte de gente infeliz, indo junto.

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Incerteza.



Foto: Marcos Campos

Ela tinha uma vida tranquila e estável, e confiava nisso como a tola feliz que era, tinha uma segurança cega no castelo que contruiu para si e esqueceu-se que quase todo material, com o passar do tempo, torna-se instável. Essa instabilidade sempre existiu no mundo real, e ela sabia disso, mas sempre confiou nos seus pensamentos e esqueceu-se, achava que a construção era eterna, mesmo sabendo que o eterno não existe. Como considerar o conceito de eterno se nesse mundo há vidas que duram somente horas ? Instantes ? Talvez todos os instantes somados sejam o eterno, mas nada é para sempre, e nem do mesmo jeito. A nossa imaginação nos prega peças se nos deixarmos levar, tanto para o bem, quanto para o mal, quase tudo é certeza se se acreditar, mas isso é mesmo real ? Talvez a incerteza seja eterna em toda sua complexidade, mas nem isso é certo, ou será ? E um dia o castelo estremeceu, se era real ou não esse estremecimento ela de fato não sabia, apenas deu por si que ele era possível, mas bastou isso para que ela ficasse desassossegada, sentimento mais que normal quando se tira a certeza de alguém, os dias passaram nervosos e angustiantes, pois sua certeza a tinha abandonado e a incerteza do dia seguinte era para ela, de uma dor terrível, de uma tristeza profunda, pois ela se deu conta de que não sabia mais como lidar com a incerteza. Os dias foram passando demoradamente e ela ainda seguia cabisbaixa, mas de uma coisa ela sabia, as coisas levam tempo, e não o tempo da gente, o tempo dele mesmo sabe ? E de uma maneira ou de outra, ela se deu conta de que não conseguiria impedir que as coisas acontecessem, então seu coração se acalmou, e sem o desassossego, mas ainda insegura, os pensamentos começaram a ficar mais nitidos, a névoa começou a se dissipar, e ela, começou a vislumbrar de novo um horizonte, onde tudo havia escurecido, ainda com todas as incertezas desse mundo, pois o horizonte estava lá, mas da distânciaque ela estava, não conseguia enxergá-lo direito e soube, que ele poderia ser totalmente diferente do que ela poderia imaginá-lo, e nem por isso, ruim, apenas diferente.




sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Um temperinho.


Chuva na cidade - Foto Marcos Campos - Campinas - SP

As vezes vale mais um dia cinzento à um azul e alegre. Introspecção faz um bem danado ! As incertezas sempre estarão ai, sempre ! Não adianta lutar contra elas, nunca estaremos livres desse tempero, que pensando bem, é essencial à vida. Sem ele tudo ficaria de uma previsibilidade irritante e chata. Confie no seu taco !




quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Flores.

Receitas simples e bem executadas que fazem bem aos ouvidos.
Como não imaginar um bar escuro, vazio, ela com um vestido longo de mangas também longas e o trompetista num palco, com uma luz pontual somente sobre ela e o trompete, deixando o trompetista na escuridão,  um globo girando lentamente no teto, iluminando com seus pontos de luz uma figura solitária com uma garrafa e um copo, em uma atmosfera branca de fumaça de cigarros com olhos vermelhos e inchados ... puro clichê ! 



terça-feira, 15 de dezembro de 2015

O barba azul.


Graffiti da artista frësz, no próximo ao Mercado Municipal - Campinas - SP.

Talvez não seja segredo por aqui, do meu amor pela arte urbana, gente muito boa espalha pela cidade cinza o colorido de seus trabalhos, diferente da pichação que deixa tudo feio, o graffiti deixa tudo mais colorido e com vida. Antigamente a pichação tinha um teor político, de indignação e até em alguns casos, declarações de amor, mas cada dia isso é menos frequente, os pichadores em sua maioria, querem somente deixar a sua marca no maior número de lugares possível, quando o acesso é dificil então, melhor ainda, expõe a ousadia do pichador, mas, na minha minha opinião sem o respeito à construções e prédios que deveriam ser respeitados e preservados,  mas pichação não me atrai.
Ilustra: Grace Easton
O que gosto mesmo é do colorido e da criatividade do graffiti, este especificamente, que chamo de "O Barba Azul", que vi enquanto andávamos pela região do Mercado Municipal de Campinas, foi amor à primeira vista, pelo desenho e pelo simbolismo, tem algumas coisas minhas nele: a barba mar, o bigode macarrão, a âncora, a ligação com a água, a poesia. Coisa de pisciano ... hehe!
O Barba Azul talvez se torne algo mais do que um mero graffiti que vi pela rua e fotografei, talvez ele seja mais do que mais um graffiti no meu Instagram, talvez ele faça parte da minha história, talvez ele fique no meu corpo, por enquanto é uma idéia que estou amadurecendo, mas com grandes chances de acontecer, como todas as outras que tenho tem sua história e seu significado, ele não deixa de ser uma paixão e com muito significado, e com certeza, a arte ficará linda, com a benção da artista frësz, que se sentiu honrada e deu a maior força. Mas por enquanto estou amadurecendo a idéia, a coisa toda tem que ser sem pressa.

Instagram: @mtheblue

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Vicio.


Imagem: web
Meu autor predileto é Edgar Allan Poe, desde a primeira vez que li os seus contos virei fâ. Da maneira que ele escreve, da riqueza de detalhes que ele apresenta em suas estórias, criando uma atmosfera ímpar. As estórias dele em geral são de um suspense/terror que retrata antes de mais nada a miseria humana, histórias de desgraças ligadas às imperfeições de carater dos personagens, atitudes erradas, de boas intenções totalmente fracassadas e um mundo obscuro imaginado por mentes perturbadas. Talvez seja coisa de pisciano maluco ... 

Um tempo atrás, zapenado na TV, caímos em um episódio do seriado "American Horror Story", escrito e produzido por Ryan Murphy e Brad Falchuk, era um episódio da temporada "Circus", onde me surpreendi vendo Kathy Bates como a mulher de barba e Jessica Lange em atuações magníficas. Mas foi um episódio e depois acho que vimos mais uns dois dessa mesma temporada, achamos legal mas não nos emplogamos muito e caiu no esquecimento.
Passado um tempo, e acho que éramos as únicas pessoas no mundo que ainda não tinham, adquirimos o NetFlix, vimos que havia a série toda disponível e resolvemos começar a vê-la. Ficamos impressionados logo no primeiro episódio da primeira temporada, com o texto, a direção e as belas atuações. Para mim, impossível não ligar American Horror Story à atmosfera que Edgar Poe conseguia criar em minha cabeça quando lia seus contos, só que estava tudo ali, materializado e com uma qualidade ímpar!
Ok, ok, ela não é uma série nova e eu estou totalmente atrasado, mas estou curtindo muito! Como não viciar em 3...2...1 !

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Talvez ...


Há dias que acordo e olho as coisas de uma maneira muito leve, e não é proposital, não me esforço para que isso aconteça, simplesmente acontece, parece que há uma pequena dose de poesia em tudo, uma energia diferente, desde os movimentos dos cães que convivo há anos, nas plantas nos vasos, que molho todos os dias, até no simples vapor que sai da cafeteira italiana, espalhando pela cozinha um dos melhores cheiros da vida, quando o café está pronto, o que acontece todo o dia. Até naquelas ações que não me agradam muito fazer, mas que temos que fazer no dia a dia para a vida funcionar, parece que se instala uma resistencia à irritabilidade, apesar de tudo não estar 100% como gostaria, e a gente sabe que nunca ficará, essa energia, é um bom presságio para começar o dia.
Talvez seja o dia, uma sexta-feira véspera de feriado prolongado ajuda um pouco, ou talvez seja uma forma do corpo e da mente dizer que está tudo indo de maneira correta, que se pode ficar, em paz.




Já gostei mais de Bjork, mas tem dia que eu acordo com ela na cabeça, fiquei lá pelo terceiro álbum, esses primeiros trabalhos agradam mais o meu "paladar" musical, cheias de detalhes meticulosamente pensados que me encantaram no trabalho dela, simplesmente um convite a voar por ai, como nessa faixa, quando ela mistura o antigo som da agulha tocando no vinil, logo depois do inicio da musica.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

We are the world.


Liu Xue, com certeza é meu escultor contemporaneo predileto! Como não pensar em nós e em nosso modo de vida observando suas esculturas realistas e hibridas? 

Imagem: WEB


"Apesar da primeira reação ser um tanto "argh", os detalhes dos hibridos impressionam tanto quanto a harmonia criada entre anatomias diferentes. WE ARE THE WORLD é o nome que o chinês deu à sua exposição, e é obviamente satírico. O realismo de Liu tem a intenção de fazer qualquer um considerar a possibilidade da existência hibrida e, de alguma maneira, praticar a aceitação do que é diferente e não glamouroso."


Imagem: WEB


Veja matéria e mais imagens da exposição AQUI



quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Constatações.



"Não há nada de tão infinita aflição
Como os pensamentos de um homem.

John Webster, O diabo branco.


terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Sabotagem !


Em tempos de redes sociais, a gente acaba conhecendo as vezes, um pouco melhor algumas pessoas pelas ações que elas praticam, pelo que elas escrevem ou compartilham a respeito de determinados assuntos, de outras pessoas e até de si mesmos. Apesar de eu achar que redes sociais são lugares onde as pessoas tentam a todo custo convencer, inclusive a elas mesmas, que a vida é bela o tempo todo, que nada de ruim acontece e que tudo é felicidade, e que a gente está cansado de saber que não é, algumas pessoas as usam para destilar o seu mal humor, inveja, preconceito, odio e afins, inclusive para sabotar outras pessoas. E essas pessoas, com suas ações e publicações odiosas, nos revelam também, outras pessoas que pensam e agem como ela, reveladas através de um chorume de comentários lastimáveis, que vem junto dessas publicações. Mas o que tenho notado, é que essas pessoas, que não são muitas, sim, tenho pessoas assim como "amigas" em redes sociais e que apenas desconfiava que eram assim,  é que elas tem uma auto-estima baixa e se sentem totalmente excluidas e infelizes, ou seja, se usam desse subterfúgio para sabotar, estão apenas se excluindo mais e atraindo para si, pessoas piores. Mas mais uma característica desse tipo de pessoa é o orgulho, que não vai deixar que elas notem que isso está acontecendo.
Por outro lado, é sempre bom saber um pouco mais das pessoas com quem a gente convive, e que estão do lado negro da força,  assim como ter consciência de que elas são a minoria, tem muito mais gente boa do que ruim ainda nesse planeta, mas não deixa de ser desanimador, acho que todo mundo deveria se esforçar para ser uma pessoa melhor a cada dia, usando de bondade e solidariedade, ou apenas não atrapalhando,  claro que a gente nem sempre acerta e faz umas burradas de vez em quando, mas ...


Foto: Marcos Campos - Fazenda Cachoeira - Campinas - SP.