quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Um ... sonzinho de quinta ...




Realmente adoro os sons de Bonobo, outro que sempre me acompanha, seja no trabalho, seja nas corridas, sempre tem umas musicas dele na trilha sonora do dia. Bonobo é Simon Green, produtor e DJ britânico. Nessa musica que compartilho hoje, há a belíssima voz de Andreya Triana. Bonobo fará sua primeira apresentação no Brasil em março, no Circo Voador no Rio, se tudo der certo, estarei lá !


terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Incompreendido.



Há de se saber escrever, separar as idéias, dar sentido, escrever não é só colocar em fila as palavras, é fazer o outro entender o que se está querendo dizer, o que muitas vezes não acontece. A pontuação está ai pra isso! Há de se saber ler, respeitar o mínimo tempo exigido pela vírgula, pelo ponto, respiração, respire, tome ar, e entenda. Senão,  pode até ser a coisa mais linda ou importante escrita nesse mundo, que não terá  valor, se não for de fato, compreendida. Às vezes não é fácil, algumas vezes nem falando conseguimos, escrevendo, a coisa complica um pouco mais.

Quem, como eu, trabalha muito com o envio e recebimento de e-mails, entende o que digo ...


quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

A rotina nossa de todos os dias ...


Há quem diga que a rotina nos mata aos poucos, mas não tem muito jeito de se fugir dela quando se trabalha. Todos os dias quando acordo, e acordo todo dia no mesmo horário, vou para a cozinha fazer o café, e todos os dias, não falha um, Greta me segue com os olhos, sem mexer um milímetro na posição que está deitada, a preguiça em pessoa, ou melhor, em catioro, mas Nelsinho levanta, olha pra mim, põe as orelhas pra trás e abana o rabo. Uma pequena dose de carinho todas as manhãs, para começar bem o dia. A rotina pode nos matar aos poucos, mas também nos salva ! Nada como ter um, ou melhor, dois Scotties em casa ... 

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Vida boa ...



Quem não quer ter uma vida boa ? Acostumar-se às coisas boas da vida é muito fácil, tem gente que conquista uma vida legal de maneira honesta, outros nem tanto, ou as coisas simplesmente acontecem, sem que se tenha que ser honesto ou desonesto, já vi isso acontecer também. O  fato é, o nosso discurso e visão sobre a vida e o mundo depende da posição onde (achamos que) estamos, somos um pouco do meio que vivemos, e observando pessoas me pergunto às vezes, até que ponto chegaríamos pra não abrir mão da vida boa que conseguimos? Até que ponto o meio em que vivemos pode nos mudar?  Algumas pessoas às vezes, me parecem irreconhecíveis !



segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Cotidianos, uma segunda-feira chuvosa.



Não adianta, quase sempre vai haver pelo menos uma peça de louça suja na pia antes de irmos para cama dormir, para o dia seguinte, assim como as responsabilidades cotidianas. Isso se formos organizados e responsáveis, senão ... 


sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Sentido.



Na verdade, só sente mesmo quem sente. A gente, por mais que tente, por mais que se coloque no lugar de quem sente, só tem uma vertente, do que sente quem sente. No silêncio da fala, no nó na garganta,  no aperto no peito, na lágrima que rola, e na que não rola, naquela que fica lá no olho, se equilibrando, e permanece, no sussuro embargado,  no grito soluçado, só sente, de fato, quem sente. As pessoas estão frias.  Fala-se tanto em empatia. Há de se saber ouvir, abraçar em silêncio, o afago, o carinho. Compreensão. Saber escolher o momento, se for o caso de descontentamento, pra dizer o outro lado do sentimento. Delicadeza. Calma. Respiração. Choro talvez, dessa vez. Uma hora, tudo passa.