segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Que beleza !


As vezes não é uma questão estética. O jeito que é mais bonito para a maioria talvez não importe em alguns momentos, ou pelo menos não deveria, pois os conceitos são inventados, os padrões, os modelos. E eles mudam, posso dizer que mudamos também, mas podemos não mudar o todo, porque tem uma coisa imutável na gente também, podemos ficar com a escolha de nos olharmos no espelho e talvez, até mesmo sem ele, simplesmente nos sentirmos bem com o que os olhos vêem. Poder parecer estranho para os outros, um tanto mais velho do que novo, mais tatuado e menos limpo, mas isso tem a ver com individualidades, mas precisamos respeitar como pluralidade.


sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Atenção ... uma deficiência ?


Gostaria muito de  conseguir lembrar em casa, de apagar as luzes que deixo acesas, o mesmo número de vezes que consigo apagar as luzes que as pessoas deixam acesas aqui no trabalho. O que será que acontece com essa cabeça pisciana em casa ? 




quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Esses dias ...


Perguntei por que ele estava quieto esses dias, ele me respondeu que só estava quieto, que estava sentindo que precisava ficar mais sozinho, e que estava sentindo um pouco isso, uma leve solidão, mesmo com as pessoas ao redor, e que isso sempre o levava a pensar, que de uma certa forma, acabaremos como viemos, sozinhos. Mas que não era uma solidão ruim, nem trazia um ranço ou uma tristeza muito grandes com ela, mesmo porque a solidão, segundo ele, nunca o assustou, e se fazia necessária, e que ela, a solidão, estava ausente graças aos amigos, o momento parecia mais uma constatação, de talvez a necessidade de mudanças em situações que ele vinha vivendo há muito, e que mesmo com o passar do tempo, continuavam na mesma, coisas talvez, do tempo, que é mestre em fazer mudar tudo, até o que se acha que não muda, sabe, aquelas mudançazinhas imperceptíveis no dia a dia, mas que em um determinado momento, quando as alterações já estão maiores, nos damos conta. Me disse que às vezes, a falta de perspectiva, o deixava meio pensativo e sem vontade de interagir, avaliando, mas, que como eu sabia, era coisa passageira, logo ele respiraria fundo e o velho bom humor retornaria, mesmo porque, ele acha, e acredita, que a vida tem que ser mais de alegria, do que de tristeza, e tem sido assim, ele garante, e que essas alternâncias são saudáveis, apesar da tristeza ter seu papel importantíssimo nela. Na alegria, a gente pensa mais raso, ele me disse, quando a gente está assim, a gente vai mais fundo na gente mesmo, questiona, as decisões e as escolhas, e torce, para estar no caminho certo. Ele disse que a gente tem que valorizar esses momentos, que são bem importantes e que paradoxalmente, são os momentos que as pessoas menos querem viver hoje em dia. 

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Já ouviu falar em "lowsumerism" ? De uma certa forma, acho que sim.


Praticamos um pouco disso em casa e nas nossas vidas há um certo tempo, só não sabia que isso tinha um nome ! Uma ideia bem legal, para quem se preocupa com o planeta e com o seu dinheiro ! É dinheiro ! Uma forma legal de pensar e deixar de ser, um pouco pelo menos, manipulado pela mídia e pelas empresas, que nos bombardeiam há décadas com a ideia de consumo x felicidade. Vale a leitura !

Matéria original AQUI

Entenda o que é "lowsumerism", a onda do consumo consciente

Você já percebeu o quanto consumimos em excesso? A cada lançamento de certos aparelhos celulares, por exemplo, enlouquecemos querendo trocar o antigo por um novo. Isso sem falar nas coleções de sapatos, bolsas, cosméticos, itens de maquiagem... Coisas que compramos num piscar de olhos, muitas vezes para nos mantermos na moda, outras por pura impulsão e, por que não dizer, compulsão?
É justamente para questionar a nossa maneira de consumir que nasceu o lowsumerism, um movimento que pretende (e pode viu?) mudar o mundo! O termo em inglês já diz a que veio: low+ consumerismo, baixo consumo, ou seja, consumo equilibrado. Entenda:


Prazer, lowsumerism

A palavra vem sendo utilizada desde que a Box1824, uma empresa especializada em tendências de comportamento e consumo, lançou o vídeo “The Rise of Lowsumerism”, um documentário de 10 minutos que mostra o nascimento do consumismo e traça a maneira como esse hábito se desenvolveu ao longo do tempo, principalmente com a proposta de crescimento das indústrias (desde a Revolução Industrial) e o surgimento do crédito e da publicidade, que nos incentiva o tempo todo a consumir sem pensar sobre o assunto.
O resultado disso tudo é o sentimento do mundo: compulsão, ansiedade, depressão... O lowsumerism aponta o consumo desmedido como o causador desses grandes males do século. Isso porque somos incentivados a comprar objetos e até modos de vida com a promessa de nos sentirmos felizes. É como se a sociedade vivesse em um acordo silencioso de que ter tal modelo de carro ou aquela saia da vez te faça pertencer a um clube de pessoas felizes. Isso sem falar que o excesso material produzido e comprado por nós gera lixo, muito lixo, e nos deixa em dívida com o nosso planeta. Portanto, pensar o impacto ambiental do que você consome também faz parte do movimento.

Poucas perguntas, muita atitude

Para alcançar o consumo equilibrado, a mudança é, antes de tudo, interna. A ideia não é abandonar seus hábitos de uma hora para outra, mas sim entender que há um processo de autodestruição nosso (lembre-se dos males do século) e do mundo (impacto ambiental) que podem ser freados a partir de um novo entendimento de viver. “As pessoas estão em busca de modos de vida com mais significado e conexão. De identificação com uma comunidade, de integração com a natureza, e, eventualmente de participação política”, afirma Camila Haddad, co-fundadora da plataforma de crowdlearning Cinese, que foi fundada para compartilhar conhecimento.Para embarcar nessa busca, é importante ter um ponto de partida. O movimento conscientiza a pensar antes de comprar, fazendo algumas perguntas básicas:

1) Realmente preciso disso? Não estou sendo iludida pela propaganda?
2) Ou apenas quero me sentir incluído ou afirmar minha personalidade?
3) Posso pagar por isso?
4) Conheço a origem desse produto e para onde ele vai depois que o descarto?
5) Qual é o impacto que esse produto causa no meio ambiente?
Além de se questionar, outras atitudes propostas são buscar alternativas de menor impacto para os recursos naturais, como trocar, consertar, fazer e viver apenas com o que é realmente necessário.

Consumo equilibrado na prática

O resultado desses questionamentos faz muitas pessoas entenderem o quanto seus hábitos têm impactado o mundo. É o caso da consultora Fernanda Franco Cannalonga, que já foi dona de uma marca de bolsas veganas e promove oficinas de beleza natural. “Minha jornada começou mais de 15 anos atrás, quando eu me tornei vegetariana. Eu era adolescente e não tinha nenhuma consciência sobre meu impacto ambiental, comecei a ler sobre  vegetarianismo e então desenvolvi um olhar mais crítico”, diz. Tal pensamento fez com que Fernanda mudasse completamente seus hábitos de consumo, trocando alimentos industrializados por orgânicos, além de fazer seus próprios produtos de beleza naturais. “Passei a tentar reduzir a minha produção de lixo e comecei a ver meu consumo como algo político”, diz.

Mudança no dia-a-dia

Fernanda passou apenas a consumir produtos e serviços que acredita. “Tento apoiar marcas e projetos que fazem um trabalho de recuperação do meio ambiente, que tratem o mundo e as pessoas da cadeia de produção com carinho”. Além disso, ela também busca maneiras alternativas para reduzir o consumo. “Por escambo, pegando emprestado, ou mesmo fazendo. Cozinho todos os dias, conserto as minhas roupas, etc”, comenta.
Quem vê de fora, pode pensar que essa rotina é complicada, mas Fernanda garante que já está acostumada. “No dia a dia já é fácil pra mim, são muitos anos estudando, eu já sei onde ir, quais informações procurar”, comenta. Porém, nada é perfeito, ela ainda se vê refém de algumas empresas que não gostaria de apoiar, como de aparelhos eletrônicos, por exemplo.

Um pequeno passo para o mundo...

...mas um salto para a humanidade? Talvez, o lowsumerism não seja a solução definitiva para o nosso planeta, mas é um bom começo. “Não acho que a sociedade de maneira geral tenha mudado, mas vemos alguns focos de mudança que são muito positivos. As pessoas estão tomando algumas ações individuais, não estão esperando algo milagroso acontecer”, comenta Fernanda.
Todavia, segundo Camila, se encarado somente como tendência de comportamento, ou seja, algo passageiro, a equação de nossos problemas pode não chegar a um resultado positivo. “Não basta não consumir ou consumir as ‘coisas certas’, mais importante do que isso é a micropolítica, são as mudanças no nosso modelo de vida-trabalho e a forma como nos conectamos com os outros para realizar ações práticas”. Camila sugere, por exemplo, participar da horta do bairro no lugar de comprar produtos orgânicos certificados fairtrade em embalagens biodegradáveis em uma rede de hipermercados. “Há sinais de que há algo maior acontecendo, que se distancia da simples redução no consumo/consumo consciente porque está relacionada a questionamentos importantes sobre nossos modelos de vida, organização social e política”, finaliza.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Pedrada.


Uma vez eu disse que o que vale é falar. Falar o que se está pensando ou incomodando, mesmo que isso seja a maior besteira do mundo, porque falando o que está incomodando, sempre há a chance do diálogo e do esclarecimento da dúvida, pois a gente tem dúvidas e também as vezes, ou, a cabeça da gente cria duvidas. Parece legal, né ? Mas até tudo se esclarecer de fato, o caminho pode ser bem turbulento. Mas ainda acho que vale falar, mesmo eu achando que tentar ser sempre uma pessoa melhor, que se importa, que se preocupa com o que está rolando à sua volta, que tenta argumentar no lugar de ignorar, é sempre um caminho de pedras. 


segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Situações e situações.


Geralmente somos julgados por sermos sensíveis à injustiças. A vida fica mais fácil, quando se ignora situações que não gostamos de vivenciar, ou o que nos incomoda de alguma forma. Lidar com o suposto incômodo (pois muitas vezes ele não o é, pode ser apenas o que achamos),  é o que pode expor o nosso lado mais humano. Como digo algumas vezes: "difícil é ficar, ir embora é muito fácil." Há situações em que devemos ignorar, mas há outras, que dar a devida importância, é imprescindível.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Mudanças.


Ouço muito dizer que mudar é sempre bom, que dá uma mexida nas coisas, que te tira da zona de conforto, blá ... blá ... blá ...  
Mudar é mudar, oras, pode ser muito bom, como pode ser muito ruim também.
Siga seu instinto, sempre ! Ele não costuma falhar.