terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Tranformações


O tempo tem o dom de mudar as coisas, ele, me parece, sempre vai atenuando as coisas, os sentimentos, os pesos da vida. Assim como é boa a leveza que ele dá à um fato ou situação difícil, tornando-a mais suportável, à medida que ele passa, é muito ruim essa mesma mudança numa situação de felicidade e bem estar que vai se tornando cotidiana e sem muita graça. É como se com esse movimento contínuo, ele nos quisesse mostrar que a coisa nunca pára no sentido de que mudanças são extremamente importantes. Não necessariamente mudar tudo, mas talvez, só o olhar diferente ou não deixar de notar as peculiaridades que ele atenua com o seu passar, já valem pra tornar um dia diferente, que é o que a gente sempre quer e precisa. A mudança, assim como ele, acontece todos os dias e em todos os momentos, falta-nos tempo talvez, para enxerga-la ? E mudança vale para tudo e para todos, mas, como em todos os momentos, é preciso saber detectá-la, e há movimento positivo e negativo na mudança também, nem sempre a mudança é positiva, oras ! E Some-se a isso todo, o olhar e o comportamento individual de todos os envolvidos na nossa rede, a respeito dessas atenuações ! Vivemos cercados de coisas, situações e pessoas e cada uma muda ao seu jeito e a seu tempo, alterando totalmente o grau de importância em detrimento a outras coisas, situações e pessoas. Algumas ficarão, outras irão. Quando ? Só o ...





quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

As zicas nossas de cada dia ...


Há períodos, de sequências de "zicas" ininterruptas, que nem a melhor das Pollyannas daria conta. Sou um tipinho que tenta sempre ver todos os lados da coisa e que tenta ser racional, apesar do "piscianismo", afinal, as coisas acontecem não por acaso, há uma sequência nisso tudo, de nossas escolhas, de escolhas dos outros que de alguma maneira afetam nosso cotidiano. Mas olha, é muito ruim quando isso vem com uma certa constância e persiste por um tempo mais que o razoável. Cansa ! Eu sei que a gente controla apenas uma parte das coisas que acontecem na vida da gente, mas pequenas frustrações, estragam a vibe do dia, senão uma programação que estava sendo definida. A gente programa e planeja sim algumas coisas na vida, é o que nos dá norte pra seguir em frente, o que seria da vida sem os planos ? Morte e doenças podem sempre estar no meio disso, inviabilizando, mas fora isso, a gente não conta com algumas coisas que parecem surgir do além ! Se resignar as vezes é bem "fueda"! E é preciso ter uma boa dose de força de vontade para segurar a onda, se livrar da rasteira e, não cair ! Ando vendo muita gente atribuindo um monte dessas coisas à esse "aninho" de 2016, e está sendo um ano bem estranho mesmo, e pelo jeito, as "zicas" estão acontecendo com muita gente, talvez, coisas da crise e da vibe que ela cria, mas não consigo acreditar muito que a culpa é só do ano, mesmo porque, passando-se de 31 para 01, muito pouca coisa muda além da data. É, a vida não está fácil não, como diz minha mãe, tem que "amarrar as calças", e mesmo assim ... 
Mas vamo ai, enquanto houver vida e uma porta de saída, há ainda alguma esperança ... mas que tá "fueda", tá !

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Constatações.



É muito maluco como as pessoas negam nos outros, os próprios comportamentos. É como se enxergassem no outro algo ruim, a ponto de ser repelido, ao mesmo tempo que praticam a mesma coisa e  não conseguem ver isso em si mesmos, e que igualmente é ruim e surtem o mesmo efeito.


segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Constatações.



Quando a viagem é longa, alguma coisa sempre se perde no caminho, meio que inevitável,  as vezes, irrecuperável. Mas a vida continua, e a gente consegue sobreviver,  as vezes bem, com as perdas, que com o tempo são transformadas, e talvez daí, ganhem até um outro status.


Foto Marcos Campos - Casa Arq. Flavio de Carvalho - Valinhos - SP




sexta-feira, 29 de julho de 2016

Alheamentos.



Alheio à vida em séries de tv. A violência que não choca, sangue, morte, facadas, tiros,  o bizarro as vezes monstruoso que comove, aceitável, interessante, o irreal provocando emoções, inaceitável no mundo real para muito menos. Abominamos violência na vida real e a consumimos de maneira assustadora, e gostamos, nos deliciamos com ela,  como se a dor não fosse real, como se os gritos, o sangue e o terror nos rostos, fossem sempre pura interpretação e entretenimento, como se não fizessem parte do nosso cotidiano real. Talvez explique nossa frieza nesses tempos. Um capítulo. Ansiedade, outro. Meia noite, fim de mais um capítulo. Aterrissagem à vida real novamente. Dormir, sem sono, adrenalina das emoções,  porém necessário, o físico pede. Há trabalho no dia seguinte. Escova de dente, toneira, água, fria, espelho, vaso sanitário. Luminária muda no criado também mudo, kombis miniaturas, óculos, o cara eternamente fumando à minha frente, mas nunca haverá câncer nele, em seu rosto sério, porém com um esboço de sorriso, o circulador de ar quadrado, antigo, antes branco, agora amarelado permanentemente pelos anos, prostrado, esquecido desde o verão, não circula nada nesse clima,  meio que fazendo parte da decoração. Livro. Outra história antes do sono. Sombras em mínimos movimentos no teto na penumbra ... zzz





quarta-feira, 27 de julho de 2016

Um dia meio ... quarta.




Musica é uma coisa atemporal. Algumas bandas ou musicas vão com a gente a vida toda depois que as ouvimos uma vez. Uma unica vez é o suficiente para formar o amálgama.
Um tempo atrás, eu cheguei à conclusão que dias tristes eram mais interessantes para a gente se enxergar melhor, refletir, e continuo achando isso, sem a desatenção dos dias alegres a gente consegue enxergar melhor, mas aprendi também, a não confiar totalmente nos sentimentos de um dia triste, pode não ser real, o todo ou partes.





terça-feira, 26 de julho de 2016

Obrigatório !




Sou fã do Karnal, vejo muita coisa dele, esse, creio que seja obrigatório, e bom para deixar sempre à mão, para ver de novo ! Enjoy !